O nosso Golpe de Sorte

Ontem, dia 10 de novembro, foi transmitido na SIC o último episódio da temporada final da série Golpe de Sorte. Assim, decidi fazer uma publicação especial com o meu TOP3 do que mais gostei do final desta história que, como prometeu desde o início, mudou as nossas noites. Na minha opinião, todos fomos muito sortudos por termos tido a possibilidade de assistir a esta história - daí o título deste post ser "O nosso Golpe de Sorte". Relembro que no mês de outubro foi publicada uma entrevista a Carlos Dante, o realizador da série.



3º LUGAR - Um belíssimo detalhe
A exposição da Teresa (Oceana Basílio), no último episódio da série, foi, a meu ver, um detalhe muito bom. Na minha interpretação, a exposição foi uma espécie de despedida das personagens do argumento. Creio que não foi por acaso que o objeto da exposição foi justamente as personagens.



2º LUGAR - A escolha certa, mas fatal?
Desta vez não atirou contra a Céu (Maria João Abreu), mas protegeu-a de um tiro da Madre Rosário (Ana Bustorff). Apreciei o facto do Caio (Jorge Corrula) ter escolhido o "lado certo", sendo que a escolha poderia tirar-lhe a vida.



1º LUGAR - Um fim diferente
Como já é habitual nas novelas portuguesas, no final os vilões morrem e as personagens ditas boas seguem com a sua vida. Mas Golpe de Sorte já provou ser diferente, e creio que foi isso que a distinguiu dos restantes formatos. Passados 10 anos, Caio sai da prisão e vê o apoio da sua família. Para além de conhecer o seu filho, ainda reencontra a sua parceira de crime, Sílvia (Dânia Neto). 


Agora, a questão central é a seguinte. No final do episódio aparece a mensagem "Sem Fim". Para além deste aspeto, não se conhece o futuro de Caio e Sílvia que seguem caminho juntos, nem o resultado da eleição que coloca o presidente Horácio (Vítor Norte) e o Tino (João Paulo Rodrigues) frente a frente. A minha pergunta é muito simples: esta história terá continuação? A revista VIP, no seu artigo "Nova temporada de Golpe de Sorte", indica que em cima da mesa estão as seguintes possibilidades: um telefilme ou uma quarta temporada.
Na minha opinião, um telefilme seria algo inovador e diferente no que toca aos formatos nacionais, já uma quarta temporada permitiria um desenrolar mais completo da história. E vocês, preferiam um telefilme ou uma nova temporada? Deixem a vossa opinião nos comentários!

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Publicação - Entrevista ao realizador de Golpe de Sorte, Carlos Dante
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