Valeu a pena!
No passado Verão de 2018, foi lançado o concurso de curtas metragens "Invade". E, como sempre, aqui O rapaz dos filmes quis marcar presença.
Reuni seis pessoas para me ajudarem: três integraram a equipa artística e três a equipa técnica. E foi um dia, digamos... intenso.
A primeira dificuldade foi logo gerada pelo atraso de uma das pessoas que iria participar à frente da câmara. Também houve um problema com a duração da obra: tinham dado um limite máximo de 5 minutos, e por isso foi complicado gerir o tempo com o guião já escrito - mas consegui tratar da situação na fase de edição. E por fim (e isso é um obstáculo que observo em todas as minhas realizações), o facto de cada uma das pessoas ter a sua vida e uma agenda distinta da minha. Ainda que tenhamos conseguido gravar uma curta metragem de cinco minutos num único dia, foi necessário fazer muita ginástica nos horários para conseguir concluir o projeto.
Passado umas valentes semanas, depois de já ter acontecido a gala de entrega dos prémios (na qual não pude estar presente), soube que não tinha ganho na minha categoria. Mas ganhei algo que me deixou muito orgulhoso. A minha curta metragem tinha passado no ecrã gigante de Torres Vedras!!!
Depois de saber de tal novidade, recordei todo o processo de realização da minha obra "De pé, contra o Destino!". Lembrei que foi muito difícil, e que exigiu muito esforço, mas valeu a pena!
O que tenho a dizer depois desta publicação? 3ª edição do Invade, me aguarde!
Reuni seis pessoas para me ajudarem: três integraram a equipa artística e três a equipa técnica. E foi um dia, digamos... intenso.
A primeira dificuldade foi logo gerada pelo atraso de uma das pessoas que iria participar à frente da câmara. Também houve um problema com a duração da obra: tinham dado um limite máximo de 5 minutos, e por isso foi complicado gerir o tempo com o guião já escrito - mas consegui tratar da situação na fase de edição. E por fim (e isso é um obstáculo que observo em todas as minhas realizações), o facto de cada uma das pessoas ter a sua vida e uma agenda distinta da minha. Ainda que tenhamos conseguido gravar uma curta metragem de cinco minutos num único dia, foi necessário fazer muita ginástica nos horários para conseguir concluir o projeto.
Passado umas valentes semanas, depois de já ter acontecido a gala de entrega dos prémios (na qual não pude estar presente), soube que não tinha ganho na minha categoria. Mas ganhei algo que me deixou muito orgulhoso. A minha curta metragem tinha passado no ecrã gigante de Torres Vedras!!!
Depois de saber de tal novidade, recordei todo o processo de realização da minha obra "De pé, contra o Destino!". Lembrei que foi muito difícil, e que exigiu muito esforço, mas valeu a pena!
O que tenho a dizer depois desta publicação? 3ª edição do Invade, me aguarde!
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